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Pequenas Empresas Grandes Negocios - 2021-10-09

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ESSENCIAIS

SORRIDENTS CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

O crescimento da Maria Brasileira não foi interrompido pela pandemia de covid−19. Pelo contrário: as unidades permaneceram abertas mesmo nos períodos mais restritivos de 2020. “Enquadrados como serviços essenciais, resolvemos pisar no acelerador, contratar pessoas e investir em marketing e em mídias sociais.” A rede transformou a atriz Deborah Secco em garota-propaganda, fez parcerias com influenciadores digitais e lançou serviço de sanitização de ambientes. As vendas por e-commerce aumentaram 11%, atraindo 12.915 novos clientes, sendo que 38% deles compraram o serviço entre 19h e 6h, período em que as lojas estavam fechadas. Não só o faturamento saltou – de R$ 67 milhões para R$ 80 milhões – como o número de unidades – de 240 a 337. “Muitas foram adquiridas por franqueados da rede, que resolveram reinvestir na marca escalando seu negócio” – hoje 38% das lojas estão nas mãos de multifranqueados. Outro nicho explorado foram cidades de até 30 mil habitantes, que não eram o foco da concorrência. Além disso, para atrair para o negócio profissionais recém-demitidos ou empresários de outros segmentos em busca de um mercado menos sazonal, a rede impulsionou o formato home-based, cujo investimento inicial é de R$ 32 mil. O “desempenho surpreendente” levou os empreendedores a convidar a gestora de expansão, Juliana Pitelli, a integrar a sociedade. “Para manter o foco no sucesso dos franqueados”, afirma ela, os gestores ficaram mais próximos de toda a rede, reforçando a comunicação interna, com lives quinzenais e encontros digitais para troca de boas práticas, e concedendo benefícios como descontos em taxas mensais de royalties e propaganda. “E criamos um projeto social muito bonito, chamado Olhar de Maria, para ajudar profissionais domésticos de todo o Brasil.” Hoje, a Maria Brasileira não é só a maior rede de franquias de limpeza residencial da América Latina como ocupa a sexta colocação no ranking de Maiores Microfranquias do Brasil da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Agora, eleita a Melhor Microfranquia pelo júri da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, tem como meta chegar a 500 unidades em 2022. “Nunca trabalhamos tanto; 2020 foi, disparado, nosso melhor ano”, diz Buranello.

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