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Pequenas Empresas Grandes Negocios - 2021-10-09

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SOLUÇÃO DA ENGIE GARANTE ECONOMIA NA CONTA DE ELETRICIDADE

ALIMENTAÇÃO

Empresas que gastam mais de R$ 55 mil mensais com energia, somando todas as unidades consumidoras, podem se beneficiar de um produto que a ENGIE acaba de lançar: o E-conomiza, que facilita o acesso ao Mercado Livre de Energia, com a possibilidade de reduzir em até 20% o valor da fatura. “É uma solução dedicada a facilitar a migração de pequenas e médias empresas para ambiente de contratação livre sem burocracia”, explica Gabriel Mann, diretor de Comercialização de Energia da ENGIE. Além da economia na conta, o serviço coloca as empresas em contato com a modalidade que já responde por 30% de toda a energia elétrica consumida no País, de acordo com a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). O Mercado Livre de Energia apresenta uma série de vantagens. Trata-se de um ambiente para negociar energia elétrica livremente. Assim, empresas industriais, comerciais e de serviços podem contratar energia elétrica diretamente de empresas geradoras e comercializadoras. O cliente pode negociar a quantidade de energia que precisa de acordo com seu perfil de consumo. A economia resultante é expressiva, especialmente quando são firmados contratos de longo prazo. De acordo com a Abraceel, se 80 milhões de unidades consumidoras migrassem para o Mercado Livre, a economia nas contas de luz seria de pelo menos R$ 12 bilhões por ano. Migração simplificada Voltado para pequenas e médias empresas, o E-conomiza permite migrar para o Mercado Livre sem burocracia e sem precisar de uma equipe dedicada para gestão de energia e contratos. “O potencial de economia para esse mercado é muito maior”, avalia Gabriel. “Para avançar, é preciso que as empresas entendam melhor as vantagens que essa modalidade de contratação oferece: amplo poder de escolha, maior competitividade, flexibilidade na negociação e previsibilidade de custos.” Mann lembra que a contratação de energia por meio do E-conomiza elimina a necessidade de associação à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Essa combinação de fatores, que inclui a redução de custos, o acesso ao Mercado Livre de Energia e o respaldo de especialistas experientes, faz com que a solução se mostre especialmente interessante para pequenas indústrias, shoppings e redes de varejo, entre outros perfis de empresas que não dispõem de uma equipe dedicada à gestão de contratos ou de infraestrutura elétrica robusta. Essas empresas contam também com a possibilidade de fazer compra por comunhão de cargas, somando as cargas das suas unidades, como matriz e filial, para atingir o requisito mínimo para se tornar elegível ao Mercado Livre. Outra opção é quando consumidores ficam instalados em áreas contíguas (sem vias públicas separando). Eles podem somar suas cargas para atingir o nível mínimo de demanda exigido – a regra é aplicável inclusive em caso de organizações com CNPJs diferentes. Ampla experiência Maior empresa privada de energia do Brasil e maior comercializadora no Mercado Livre de Energia, a Engie destina praticamente 60% da energia que gera para esse mercado, sendo que cerca de 90% de sua capacidade instalada no Brasil é proveniente de fontes renováveis, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa. Essa, aliás, é outra vantagem de aderir ao Mercado Livre de Energia: a possibilidade de selecionar fontes renováveis de energia, um poder com os quais os clientes comuns não contam.

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