FACILITANDO ROTINAS

2022-07-28T07:00:00.0000000Z

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Infoglobo Conumicacao e Participacoes S.A.

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DATA BASE | FRANQUEADO 2.0

“Atendi um cliente que chegou desesperado, dizendo que precisava muito da minha ajuda porque alguém tinha esbarrado e sujado sua camisa, e ele tinha de voltar para casa à noite com ela limpa. A peça estava toda manchada de maquiagem. Eu disse que ele podia ficar tranquilo, que a gente resolveria a questão e assim foi feito. À tarde, ele pegou a camisa sem nenhuma marca de sujeira e foi embora aliviado.” É por essas e outras histórias que Vânia Cristina Polettini, 41 anos, franqueada da rede de lavanderias 5àsec em São Paulo (SP), afirma que se encontrou no empreendedorismo. Ela trabalhou em empresas nacionais e multinacionais durante um bom tempo como assistente executiva, mas, com o nascimento da filha, Maitê, 8, optou por ficar em casa. Quando a menina tinha 4 anos, Polettini começou a pesquisar o mercado de franquias junto com o marido e futuro sócio, Sidney Andrade, 42 anos. Ele, que é gerente de vendas em uma empresa, a acompanhou em pesquisas de campo – depois que escolheram o segmento de lavanderia de alta demanda, visitaram várias lojas e conversaram com franqueados e franqueadores. Levaram cerca de dois anos e meio estudando o mercado e escolheram a 5àsec. “A questão é que, na Zona Sul, região que nos interessava, não havia possibilidade de novas lojas”, conta Andrade. No início da pandemia, há exatos dois anos, conseguiram comprar unidades de repasse na área que queriam. O casal conta que o antigo proprietário estava aposentado e queria se mudar para o litoral, em busca de maior qualidade de vida. “Foi perfeito para nós, porque é vantajoso pegar uma loja que já está em operação, você não precisa começar do zero”, diz Andrade. Depois de um ano, adquiriram uma terceira unidade, desta vez, com virada de bandeira – compraram uma lavanderia de outra marca e a transformaram em uma 5àsec. Ele cuida da parte administrativa, e Polettini toca o dia a dia – gerenciando sistema, equipes, equipamentos e as demandas dos clientes, como a da camisa suja que precisava de solução urgente. Os dois se dizem satisfeitos com o segmento e com as lojas, que faturam, em média, R$ 140 mil por mês, e planejam expandir daqui a dois ou três anos, somando mais três unidades ao portfólio.

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